NOVA MAMORÉ E SUA RETROSPECTIVA 2018

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Pra quem não sabe e quem não ler minhas publicações científicas, não compreende que a escala local é o eixo geográfico das minhas pesquisas.
Por conta disso me acham polêmico. Contudo, cada ano que se passa gosto de avaliar a gestão pública municipal, muitas vezes sou mal interpretado, mas não importa, continuarei fazendo. Desse modo, o segundo ano de gestão do prefeito Claudionor Leme da Rocha teve acertos e erros.
Quanto aos erros, o prefeito manteve uma equipe - mudou apenas de posição os mesmos nomes, que aparentemente, se acomodaram no cargo, falta criatividade para elaboração de projetos para capitanear recursos próprios de ministérios e da iniciativa privada - fundações, desenvolvimento e aplicabilidade - sala de situação, e articulação política em escala estadual e federal para buscar emendas; outro problema enfrentado pela gestão é a pobreza socialmente produzida, ou seja, o poder público não consegue agregar valor na riqueza produzida em âmbito local no sentido de gerar emprego e renda e aumentar as receitas municipais; a saúde em parte melhorou, mas continua sendo o principal gargalo da administração municipal; Prestação de contas do convênio do transporte escolar; falta zelo com o patrimônio público e servidores municipais na sua grande maioria estão com alto estima baixa; até agora não conseguiu asfaltar uma única rua; iluminar a Cidade completamente e pontes de concretos nas linhas.
No quesito de acertos, o prefeito Claudionor se destacou no equilíbrio fiscal - o município fechou o ano com certidões negativas, pagamento dos servidores e fornecedores em dia; operação tapa-buracos; recuperação de parte da iluminação da cidade; aquisição de máquinas; patrolamento de linhas e recuperação de algumas pontes de madeira; compra de medicamentos; formação continuada de profissionais da fazenda, agricultura, ação social, educação e saúde; recolhimento do lixo e limpeza de algumas ruas; festa do município e realização do carnaval e outros.
No terceiro ano de gestão, nós contribuintes, esperamos muito mais para 2019!

Autor: Herbert Lins de Albuquerque


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